MON
Registros da abertura exposição de Mano Penalva no MON ✨
Entre o vernacular e o industrial, a exposição propõe um encontro entre a geometria da arte construtiva brasileira e a experiência cotidiana das ruas.
O moiré, presente em grande parte da produção de Mano Penalva, deixa de ser apenas um efeito óptico para se tornar uma estrutura maleável, capaz de expandir o grid, abrir espaço para o improviso e incorporar a espontaneidade, a coletividade e a festa.
A mostra aproxima materiais comuns — como ripas, lonas, palha, náilon e bolsas — da intensidade da cidade, das culturas locais, da memória afetiva e da transformação do valor de uso em valor estético por meio do improviso.