Bienal Veneza 2026
Atravessar o Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza é encontrar uma exposição que não oferece respostas prontas, mas convida à reflexão.
Em “Comigo ninguém pode”, Rosana Paulino e Adriana Varejão colocam em diálogo diferentes momentos da história brasileira para falar sobre memória, identidade, violência e resistência. São obras que partem de experiências profundamente brasileiras, mas abordam questões universais.
Foi um dos pavilhões que mais me fez permanecer diante das obras, observando como cada detalhe constrói uma narrativa que vai muito além da estética.
Mais do que representar o Brasil, a exposição propõe uma conversa sobre quem fomos, quem somos e quais histórias ainda escolhemos contar.
Você já conhecia o pavilhão brasileiro desta edição da Bienal?